OSSO, AMOR E PAPAGAIOS

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Ano de produção: 1957
Companhia Produtora: Cinematográfica Brasil Filme Ltda.;
Direção: Barros, Carlos Alberto de Souza; Memolo Jr., César;
Duração: 91min
Estado: SP
Fotografia: Fowle, Chick;
País: BR
Processo: BP
Produção: Garcia, Galileu
Argumento/roteiro: Barros, Carlos Alberto de Souza; Memolo Jr., César;
Sinopse/Enredo:
Acanguera é uma pequena cidade do interior onde há dez anos não morre ninguém. Nela existe uma grande desavença política entre o prefeito, coronel Bentes, e o farmacêutico Bastos, líder da oposição. Devido a incompatibilidade política das famílias, Corinha, filha do prefeito, e Belmiro, sobrinho do farmacêutico, são impedidos de namorar. Esmeralda, esposa do delegado de Acanguera, trai seu marido quando este sai para empinar papagaio com os garotos. No dia em que a cidade comemoraria dez anos sem mortes, ocorre o falecimento do coveiro, seguido de sucessivos óbitos. Subitamente chega à cidade o dr. Raimundo Flamel que, por sua excentricidade, deixa a população e as autoridades inquietas. Na busca de apoio para a sua experiência secreta, o forasteiro revela seu segredo ao farmacêutico: a possibilidade de transformar ossos em ouro. Entusiasmado com a descoberta, o farmacêutico começa a roubar ossos no cemitério. Ao ser pego em flagrante é obrigado a revelar o segredo. Rapidamente a notícia se espalha e a população de Acanguera se convence de que é possível fabricar ouro com ossos de defunto. Arrastados pela ambição, os moradores da cidade saqueiam os túmulos e vendem os ossos ao prefeito e ao farmacêutico. Raimundo Flamel é reconduzido ao hospício e a sua farsa é descoberta. Belmiro e Corinha, os únicos que não se iludiram com a possibilidade de enriquecimento fácil, retomam o namoro.
Código do filme: 002131